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29/11/2020 às 23h46min - Atualizada em 02/12/2020 às 23h46min

SÃO GONÇALO: CAPITÃO NELSON, PM APOSENTADO SE ELEGE EM DISPUTA ACIRRADA CONTRA O PT

Capitão Nelson teve 50,79%% dos votos, contra 49,21% do adversário Dimas Gadelha (PT), que recebeu apoio de políticos da região.

by Editorial Maricá - Exclusiva Jornal Extra
Agência O GLOBO
O candidato a prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (Avante) Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

O candidato Capitão Nelson (Avante) venceu a eleição em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, no segundo turno. Nelson teve 50,79%% dos votos, contra 49,21% do adversário Dimas Gadelha (PT), que recebeu apoio de políticos da região. A disputa no segundo maior colégio eleitoral do estado marca a vitória do candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro contra a escolha do Partido dos Trabalhadores, que consolidaria o “cinturão de esquerda” na região.

O resultado do segundo turno é uma reviravolta em relação ao primeiro, já que o candidato petista teve 117.346 votos, ou 31,36% dos válidos, contra 85.399 (22,82%) do segundo colocado. A campanha de Nelson, além do apoio de Jair Bolsonaro, cogitou trazer o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) no último momento, o que não ocorreu. Quem compareceu à carreata de Capitão Nelson no sábado (28) foi Carlos Jordy (PSL), vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, além dos deputados estaduais Felipe Poubel (PSL) e Anderson Moraes (PSL).



A vitória de Capitão Nelson interrompe a expectativa que Gadelha e apoiadores tinham para o avanço da esquerda na região metropolitana do Rio de Janeiro. O PT, que nunca venceu como cabeça de chapa em São Gonçalo, se reelegeu em Maricá com Fabiano Horta e emplacou o vice na chapa eleita de Marcelo Delaroli (PL) em Itaboraí. Já o PDT, que apoia Gadelha, manteve a prefeitura de Niterói com a vitória de Axel Grael, sucessor do atual prefeito Rodrigo Neves, com apoio do PT.



Nelson foi eleito pela primeira vez para o cargo de vereador em São Gonçalo em 2004 e em 2018 se tornou deputado estadual suplente pelo Avante. Antes da carreira política, ele ingressou na carreira militar como fuzileiro naval, aos 19 anos, em 1977. Cinco anos depois, em 1982, Nelson entrou para a Polícia Militar. O então policial se tornou chefe da P2 em 1997 e em abril de 2001 alcançou o posto de capitão, alcunha que carrega até hoje.


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