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16/12/2020 às 04h17min - Atualizada em 20/12/2020 às 02h15min

O FLERTE DE PETISTAS COM O NOME DE BOLSONARO PARA A CÂMARA

Washington Quaquá, por exemplo, entende que o parlamentar tem um acordo político com o Planalto, o que não o impede de ter esse mesmo tipo de negociação com legendas de oposição. Essa opinião é controversa na legenda, mas Quaquá não é uma voz isolada no partido...

by Editorial Maricá - Exclusiva
Agência O GLOBO
Arthur Lira se aproximou de Bolsonaro e tornou-se uma espécie de líder informal do governo Foto: Arte
Repórteres Paulo Cappelli e Sérgio Roxo explicam como Arthur Lira atua para conquistar votos de deputados de esquerda e analisam as chances de crescimento do candidato apoiado pelo Palácio do Planalto para comandar a Casa
 
Na visão de dirigentes do PT, o deputado Arthur Lira (PP-AL) não é o candidato de Jair Bolsonaro para disputar a presidência da Câmara. O vice-presidente do partido, Washington Quaquá, por exemplo, entende que o parlamentar tem um acordo político com o Planalto, o que não o impede de ter esse mesmo tipo de negociação com legendas de oposição. Essa opinião é controversa na legenda, mas Quaquá não é uma voz isolada no partido que tem a maior bancada da Câmara, com 54 dos 513 deputados. Com poder de barganhar emendas junto ao governo, o próprio Lira trabalha para ter o apoio dos partidos de esquerda contra o candidato que for escolhido pelo grupo liderado pelo presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ). O líder do centrão ainda é beneficiado pela votação secreta, na eleição marcada para o dia 02 de fevereiro, o que abre o caminho para as chamadas "traições".

Enquanto isso, 
Maia mantém o suspense e afirmou, na terça-feira, que não há pressa para apresentar o seu nome. Já os líderes dos partidos de oposição tentam articular uma frente para lançar um terceiro postulante que se contraponha à escolha do Palácio do Planalto. No Ao Ponto desta quarta-feira, os repórteres Paulo Cappelli, da sucursal de Brasília, e Sérgio Roxo, da sucursal de São Paulo, explicam de que forma Arthur Lira negocia o apoio de parlamentares do PT e de outros partidos de oposição. Eles também analisam as chances de crescimento do candidato apoiado pelo Palácio do Planalto na corrida pelo comando da Câmara.
 

Enquanto isso, Maia mantém o suspense e afirmou, na terça-feira, que não há pressa para apresentar o seu nome. Já os líderes dos partidos de oposição tentam articular uma frente para lançar um terceiro postulante que se contraponha à escolha do Palácio do Planalto. No Ao Ponto desta quarta-feira, os repórteres Paulo Cappelli, da sucursal de Brasília, e Sérgio Roxo, da sucursal de São Paulo, explicam de que forma Arthur Lira negocia o apoio de parlamentares do PT e de outros partidos de oposição. Eles também analisam as chances de crescimento do candidato apoiado pelo Palácio do Planalto na corrida pelo comando da Câmara.

Publicado de segunda a sexta-feira, às 6h, nas principais plataformas de podcast e no site do GLOBO, o Ao Ponto é apresentado pelos jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, sempre abordando acontecimentos relevantes do dia. O episódio também pode ser ouvido na página de Podcasts do GLOBO

Você pode seguir a gente em SpotifyiTunesDeezer.


Atualizando; 
 

“PT não vai apoiar Arthur Lira em nenhuma hipótese!”, rechaçou Pimenta."

Apesar da afirmação de Pimenta, o PT vive um dilema. O vice-presidente Nacional do partido, Washington Quaquá, defendeu abertamente um acordo entre o candidato bolsonarista e o PT.

“O Lira é o candidato do Centrão. O Centrão tem um acordo com o Bolsonaro. Pode ter um acordo com a gente também”, explanou Quaquá. 


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